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A importância das instituições multilaterais para os investimentos em C,T&I

Ministro de CT&I, destacou importância do tema durante reunião Fundo Global para o Meio Ambiente


Por Da redação

 Naoko Ishii, diretora-executiva e presidente do Fundo Global para o Meio Ambiente

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Celso Pansera, recebeu a diretora-executiva e presidente do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF, na sigla em inglês), Naoko Ishii, para avaliar projetos nacionais em andamento que podem ser subsidiados no próximo ciclo de financiamento do organismo no final de março.

“Diante da crise fiscal, uma das alternativas que temos são as instituições multilaterais, a exemplo do GEF”, comentou Pansera. “Vocês têm sido fundamentais para que o Brasil continue a investir em inovação, ciência e tecnologia, em um esforço necessário para superar a distância entre nós e os países centrais e também para reduzir desigualdades internas”.

Naoko apresentou um portfólio de interesses do GEF para os próximos anos. O sexto e atual ciclo financia atividades de 2014 a 2018. Os recursos apoiam iniciativas de desenvolvimento sustentável ou relacionadas a questões ambientais globais. “Nós estamos tentando provocar ideias transformadoras, mais do que projetos individuais”, explicou.

Relevância
Segundo a coordenadora-geral de Gestão de Ecossistemas do MCTI, Andrea Portela, até o quinto ciclo do GEF, a pasta integrava 13 dos 57 projetos nacionais apoiados pelo fundo global, “graças à sua capacidade de atuar com diversos órgãos dos governos federal, estaduais e municipais, além da academia e do setor privado”. Ela destacou três iniciativas em andamento: proteção e recuperação de serviços de ecossistemas na Mata Atlântica, tecnologias para cidades sustentáveis e a 3ª Comunicação Nacional à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC).

O analista Dalmo Moreira, da Diretoria Financeira e Controladoria da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCTI), abordou o programa Inova Sustentabilidade, desenvolvido em parceria com o Ministério do Meio Ambiente (MMA). A linha apoia projetos de aproveitamento energético de gases residuais da indústria siderúrgica, uso de resíduos de fibras e polietileno, geração de energia elétrica a partir da gaseificação de carvão e pagamento por serviços ambientais.

Também apresentaram projetos em execução e novas oportunidades de trabalho o diretor de Ações Regionais para Inclusão Social, Osório Coelho, os coordenadores-gerais de Tecnologias Setoriais, Eduardo Soriano, e de Mudanças Globais de Clima, Márcio Rojas, e o coordenador para Mar e Antártica, Andrei Polejack. Participaram do encontro, ainda, a secretária executiva do MCTI, Emília Ribeiro, o chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais (Assin), Danilo Zimbres, e o analista Guilherme Wiedman.

Acompanharam Naoko o diretor de projetos do GEF, Gustavo Fonseca, o gerente da área de programas do Fundo, Claude Gascon, e a secretária de Biodiversidade e Florestas do MMA, Ana Cristina Barros.

*com informações do MCTI

Fonte:

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