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Campus Day aquece Brasília para edição 2017 da Campus Party

Foram oito horas de conteúdos divididos entre conferências, hackathon, workshops e apresentações


Por Renato Carvalho/SIMI

Paco Ragageles, fundador da Campus Party, abriu o evento falando sobre desenvolvendo tecnológico
Crédito: Renato Carvalho/SIMI

No último sábado, 5 de novembro, Brasília recebeu a Campus Day, um evento de aquecimento para a Campus Party que acontece em 2017 na capital federal. Em um dia de evento, os visitantes puderam aproveitar oito horas de conteúdo.

Apesar do pouco tempo, a programação contou com várias atrações, entre elas conferências, hackathons, atividades relacionadas à robótica, workshops, entre outros. Além disso, o Palco Experience, localizado na parte externa do evento, dentro do Centro de Conferências Ulysses Guimarães, também trouxe apresentações diversas ao público.

Segundo o diretor da Campus Party no Brasil, Tonico Novaes, o formato curto do evento já vem acontecendo em outros lugares e o objetivo é aquecer o ecossistema local. “Queremos trazer o campuseiro para perto de nós, para conhecer um pouco do evento. Quando chegar 2017, ele vai estar engajado com o evento e bem aquecido e, assim, teremos uma Campus Party 2017 com muita energia, sinergia e troca de experiências”, destacou.

O Hackathon promovido pelo Banco de Brasília (BRB) possibilitou que os participantes pudessem idealizar soluções de educação financeira para jovens do ensino médio e fundamental. Tudo isso por meio de um ambiente imersivo e intenso. Os vencedores ganharam R$ 5 mil.

André Eloy, coordenador do Hackathon BRB
Crédito: Renato Carvalho/SIMI

“A gente sai de um processo em que ideias são descartadas ou desenvolvidas com base no ‘achismo’, e vai para um processo em que ideias são desenvolvidas em soluções a partir de evidência e interações com pessoas reais”, explicou o coordenador do Hackathon, André Eloy.

Inovando na programação

Um dos expositores na Campus Day, o artista plástico e educador Alexandre Rangel desenvolveu, como parte de seu doutorado, um programa em que é possível aprender música e programação em conjunto.

A proposta, segundo ele, é tornar o aprendizado menos sem graça. “É meio frustrante escrever várias linhas de código e o computador dizer “oi”. Então com esse programa, com poucas linhas de código a recompensa é instantânea. É possível partir do zero ou modificar códigos, fazer músicas eletrônicas, ritmos brasileiros, africanos, entre tantos outros”, contou.

Programa desenvolvido por Alexandre permite criar músicas a partir de programação.
Crédito: Renato Carvalho/SIMI

Fica a dica

O programador e campuseiro de carteirinha, Pablo Freire, de Goiânia, esteve no evento em Brasília, além de também ter participado de edições em São Paulo. Para ele, a experiência proporcionada é única. “No Brasil são pouquíssimos eventos com metade do que a Campus pode oferecer. Não há em outro lugar quantidade e a qualidade das informações que aqui são expostas”, declarou.

Campus Party Minas Gerais

O evento acontece nesta semana, entre 9 e 13 de novembro, como parte da Feira Internacional de Negócios, Inovação e Tecnologia (FINIT), realizada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais (Sedectes).

Para Tonico, a participação dos mineiros no evento é importante pelas oportunidades de experiência que o evento permite. “Fique no camping, conheça o evento, experimente tudo, palestras, hackthons, atividades, workshops. Esteja imergido em um networking muito legal com todos os outros campuseiros”, disse.

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